Rival do PCC executado em Guarulhos estava com namorada e 2 seguranças
A facção Primeiro Comando da Capital (PCC) oferecia R$ 3 milhões pela morte do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, alvo de um atentado na tarde desta sexta-feira (8) no aeroporto de Guarulhos, segundo fontes As informações são da CNN Brasil
De acordo com apuração da CNN, Gritzbach passou a ser alvo de ameaças após a morte de dois membros influentes da organização criminosa: Anselmo Becheli Santa Fausta, vulgo “Cara Preta”, e Antônio Corona Neto, vulgo “Sem Sangue”, em dezembro de 2022.
O empresário também era alvo constante de policiais que tentavam extorqui-lo por conta das ameaças que ele recebia da facção. Gritzbach passou a andar sempre com segurança armada após as ameaças. Policiais militares, inclusive, atuavam na escolta dele.
O advogado Ivelson Salotto, que atuou por anos na defesa de Gritzbach, afirmou que o acordo de delação premiada que ele fechou com o Ministério Público (MPSP) potencializou as ameaças. “Sabia que isso ia acontecer, foi a sentença de morte dele”, declarou.
De acordo com UOL, Vinícius estava no escritório com um policial civil, até então amigo dele. O agente recebeu um telefonema de uma pessoa ligada a acionistas de uma empresa de ônibus de São Paulo suspeitos de integrar o PCC. A empresa foi alvo da operação Fim da Linha, deflagrada pelo MP-SP em abril de 2024.
A ligação foi feita para o telefone celular do policial, que deixou a conversa rolar no viva-voz, para que o empresário escutasse. Vinícius gravou o diálogo sem o conhecimento dos dois interlocutores. Ambos começam a falar sobre valores.
O autor da ligação pergunta se “três está bom”. Segundo pessoas ligadas ao empresário, no entendimento do próprio Vinícius o número se referia ao pagamento de R$ 3 milhões pela morte dele. O diálogo continua ainda no viva-voz.
Na sequência, o autor do telefonema pergunta ao policial se está fácil de resolver (matar) ou se está complicado e se o passarinho (Vinícius) estava voando (saindo de casa). O policial responde que sim, mas com seguranças.
O policial então diz a Vinícius, “você escutou, você é meu irmão”. E pergunta ao empresário: “Por que esse cara está fazendo isso aí? E depois acrescenta: “Nós vamos pegar esse cara e dar umas pauladas nele.” E orienta o empresário a fazer a linha de defesa dele de maneira certa.
Essa última fala do policial se referia à defesa de Vinícius no processo que ele respondia pelos assassinatos do narcotraficante e Anselmo Becheli Santa Fausta, 38, o Cara Preta, e Antônio Corona Neto, 33, o Sem Sangue.
As vítimas foram mortas a tiros às 12h10 de 27 de dezembro de 2021 em frente ao número 110 da rua Armindo Guaraná, no Tatuapé, zona leste paulistana.
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