As regras do crédito foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (27), a cinco dias da eleição presidencial, mas os bancos ainda não estão oferecendo o empréstimo.
A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) informa que, mesmo no caso das instituições que já estavam pré-cadastradas no Ministério da Cidadania, não há uma previsão imediata de concessão da linha de crédito “devido a aspectos operacionais para ofertar o produto”.
Os juros são limitados a 3,5% ao mês —51,11% ao ano—, será possível parcelar o pagamento em até 24 vezes e comprometer até 40% do benefício. Segundo o Ministério da Cidadania, a lei 14.431, publicada em 3 de agosto, limitou o valor do consignado em até 40% do valor mínimo permanente de R$ 400 do auxílio.
O Banco do Brasil disse que, com a publicação da portaria, está avaliando as regras exigidas por essa regulamentação para verificar a viabilidade de operacionalizar a linha.
Os bancos Daycoval e Agibank também informaram que estão avaliando as regras publicadas pelo governo.
Itaú Unibanco, C6, BMG, Bradesco e Santander, além da financeira BV, afirmaram que não oferecerão a linha de crédito consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil.
Crefisa e os bancos Mercantil, Safra, Pan, Caixa Econômica Federal e Cetelem não responderam até a publicação deste texto.
Quando as contratações começarem, a liberação do dinheiro será feita em até dois dias úteis após a aprovação do crédito e a assinatura do contrato.
Embora limitada pelo governo, a taxa de juros do consignado do Auxílio Brasil é maior do que a do crédito do mesmo tipo vinculado ao benefício do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de até 2,14% ao mês.
Quem empresta R$ 2.569,34 pelo consignado do INSS paga R$ 21,99 a menos por mês. No total do financiamento após dois anos, a diferença é de R$ 527,76 a mais para quem contratou por meio do Auxílio Brasil. A parcela mensal no consignado do INSS é de R$ 138,01, com juros de 28,93% ao ano.
O valor a ser contratado varia conforme a taxa de juros oferecida pela instituição financeira. Para juros de 3% ao mês, por exemplo, o valor liberado sobe para R$ 2.709,69, até chegar a R$ 3.204,86 com taxa de 1,5%, segundo simulações da Anefac feitas a pedido da Folha.
“Quanto menor a taxa de juros que o banco cobrar, maior vai ser o valor liberado, já que a prestação vai permanecer a mesma”, explica Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas da Anefac.
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva…
Representantes da empresa Química Amparo LTDA, responsável pela marca Ypê, apresentaram à Agência Nacional de…
O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas. O termo é utilizado para se…
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (12) a medida provisória que prevê a renovação automática da Carteira…
A influenciadora fitness Karol Rosalin, de 26 anos, apontou uma mudança na forma como as…
Depois de terem sido vazadas as imagens da inspeção sanitária feita na fábrica de Amparo,…
This website uses cookies.