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O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) foi preso preventivamente neste sábado (22) após sinais de alerta graves terem sido emitidos pela tornozeleira eletrônica. O ex-presidente havia tentado violar o equipamento com um ferro de solda, até o sistema registrar a violação às 00h07.
Os sistemas de monitoramento por tornozeleira eletrônica, como o usado pelo ex-presidente, operam com níveis de alerta diferentes. A divisão ajuda as autoridades a identificar violações e medir o grau de risco de cada situação, para a tomada de providências mais célere.
Esses alarmes variam de simples falhas técnicas a indícios de fuga ou ameaça à vítima, e determinam a urgência da resposta policial.
O primeiro nível é o de alertas operacionais, considerados de baixa gravidade. Eles incluem sinalizações de bateria fraca ou falha de comunicação com a central, que pode indicar alguma perda momentânea de sinal GPS. Problemas de interferência também podem levar à sinalização.
Na maior parte dos casos, o próprio dispositivo restabelece o contato automaticamente, e a notificação funciona mais como controle técnico do equipamento do que como risco real.
O segundo nível, moderado, envolve alertas de comportamento, que indicam descumprimento de regras impostas pela Justiça. O alerta pode ser ativado pelo dispositivo ficar muito tempo desligado, ou quando existe um possível risco de tentativa de violação.
Entram nessa categoria situações como o monitorado ultrapassar a área autorizada, violar o horário de recolhimento ou se aproximar de locais proibidos. Segundo técnicos, a central registra o evento e pode acionar a equipe de monitoramento, que tenta contato com o usuário.
O grau mais alto de gravidade é o dos alertas críticos, emitidos quando há ruptura física da tornozeleira, tentativa de remoção, fuga deliberada da área de monitoramento ou aproximação de vítima em casos de violência doméstica. Já o alerta grave indica evidências fortes de tentativa de violação, como o rompimento parcial do dispositivo ou o uso de uma gaiola de faraday — estrutura metálica que bloqueia campos elétricos e eletromagnéticos e dificulta a transmissão do sinal.
Nessas situações, o protocolo prevê resposta imediata: a polícia é acionada e um relatório é enviado ao sistema judicial para possível revogação de benefícios ou decretação de prisão.
O alerta grave foi emitido pelo equipamento utilizado pelo ex-presidente. A PF (Polícia Federal) suspeitava de um aquecimento atípico do dispositivo que estava com Bolsonaro. Como mostrou a CNN, a tornozeleira do político chegou a ser trocada.
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