O submersível Titan, da OceanGate Expeditions, que desapareceu no último domingo Foto: OceanGate Expeditions via AP
A pressão no submersível, chamado popularmente de submarino, era enorme em uma profundidade tão grande, fazendo com que a implosão acontecesse em uma fração de milissegundo, de acordo com Aileen Maria Marty, ex-oficial da Marinha e professora de medicina de catástrofes da Universidade Internacional da Flórida, em entrevista à emissora americana CNN.
“A coisa toda teria colapsado antes que as pessoas lá dentro percebessem que havia um problema”, afirmou.
Em uma implosão, um objeto colapsa repentinamente se a pressão externa for maior que a interna. O fenômeno ocorre na proporção de forças inversa à de uma explosão. Basta o menor defeito estrutural para desencadear tal catástrofe em uma grande profundidade.
Os ocupantes do Titan morreram, de certa forma, sem saberem que iriam morrer, segundo Marty. “Em última análise, entre as muitas maneiras das quais podemos morrer, essa foi indolor.”
A Guarda Costeira dos EUA anunciou na quinta-feira (22), após dias de buscas intensas, que a quase 500 metros da proa do naufrágio do Titanic fragmentos de detritos foram encontrados a uma profundidade de cerca de 3.800 metros. Eles pertencem ao Titan, desaparecido com cinco pessoas a bordo. A Guarda Costeira falou de uma “implosão catastrófica” que matou os ocupantes do veículo.
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