Dinheiro /Reprodução
Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro e começar a ser pago em fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 injetará R$ 81,7 bilhões na economia, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.
Segundo o Dieese, cerca de 61,9 milhões de brasileiros terão rendimentos diretamente influenciados pelo piso salarial. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); 17,7 milhões, empregados, 10,7 milhões, trabalhadores autônomos; 3,9 milhões, empregados domésticos; e 383 mil empregadores.
O novo valor representa um reajuste nominal de 6,79% em relação ao mínimo atual, conforme as regras estabelecidas pela política permanente de valorização do salário mínimo.
Segundo o Dieese, o reajuste do mínimo afeta diretamente benefícios e despesas indexados ao piso nacional, com reflexos relevantes sobre o orçamento público. Veja os principais impactos:
O desafio do governo será equilibrar os efeitos positivos do aumento do salário mínimo sobre a renda da população com o controle das despesas obrigatórias, especialmente em um contexto de busca pelo cumprimento das metas fiscais.
O presidente Lula (PT) visitou, nesta sexta-feira (13), a expansão da fábrica da Aché Laboratórios…
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou uma reunião, na tarde desta…
Dando início ao Carnaval na Região Metropolitana do Recife, a governadora Raquel Lyra (PSD) destacou…
O prêmio do concurso 2.972 da Mega-Sena acumulou nesta quinta-feira (12). A estimativa de prêmio do próximo…
Uma tragédia ocorrida na cidade de Itumbiara, no sul de Goiás, provocou comoção em todo…
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi escolhido nesta quinta-feira (12) novo…
This website uses cookies.