Supervisor da multinacional do setor alimentício BRF tinha histórico de assédio moral — Foto: Reprodução
A MBRF firmou acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para afastar trabalhadoras grávidas que atuam em áreas com ruído elevado na unidade de Lucas do Rio Verde (MT), após investigação do órgão apontar intercorrências na gestação de funcionárias expostas a ambientes barulhentos.
Segundo a procuradora do Trabalho Priscila Dibi Schvarcz, responsável pelo processo, os efeitos chamados “extrauditivos” podem atingir o sistema cardiovascular e metabólico das gestantes. O MPT registrou 77 abortos confirmados e 113 partos prematuros entre 2019 e 2025.
O acordo foi homologado pela Justiça e passa a valer enquanto o processo principal segue em análise pela Justiça.
Nele, a empresa se comprometeu a realocar imediatamente todas as gestantes expostas a níveis de ruído iguais ou superiores a 80 decibéis para setores com exposição comprovadamente inferior a esse limite.
A mudança deve ocorrer sem redução de salário, benefícios ou direitos trabalhistas.
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