Foram desviados cerca de 7 milhões de reais pertencentes a jogadores de futebol, ex-jogadores e treinadores, a partir de saques irregulares de FGTS coordenados por uma advogada
A Polícia Federal descreveu a existência de três núcleos de pessoas, com divisão de tarefas e hierarquia, que atuaram na suposta organização criminosa que desviou R$ 640 milhões de aposentados e pensionistas do INSS por meio da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer).
Essa é uma das entidades associativas investigadas no escândalo de desvios feitos em pagamentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 2019 a 2024.
No total, considerando todos os sindicatos e associações suspeitos (não só a Conafer), as fraudes podem ter chegado a R$ 6,3 bilhões e afetado milhares de aposentados, segundo estimativas da PF e da Controladoria-Geral da União (CGU).
A parte do esquema ligado à Conafer foi o alvo da quarta fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela PF nesta quinta-feira (13) com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
Os três núcleos apontados pela investigação, conforme a decisão de Mendonça, são:
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