Pernambuco

Ex-deputado e ex-prefeito de Ribeirão, detido em operação que apurava morte de turistas é solto pela Justiça

Em | Da Redação

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Ex-deputado e ex-prefeito de Ribeirão, detido em operação que apurava morte de turistas é solto pela Justiça
Ex-deputado estadual Clóvis Paiva fala sobre prisão durante operação da Polícia do Ceará — Foto: Reprodução/Instagram

Um dia após ser preso durante uma operação que investiga as mortes de dois turistas no ano passado na Praia do Futuro, em Fortaleza, o ex-deputado estadual Clovis Paiva, que também foi prefeito de Ribeirão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, foi solto pela Justiça após audiência de custódia.

Em publicação no Instagram, o político afirmou que tudo não passou de um “mal-entendido” . Ele foi preso na quinta-feira (28) durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na sua residência, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, após policiais encontrarem uma arma adulterada.

Na gravação, Clovis afirma que os advogados irão provar que tudo foi um “grande engano” e agradeceu todo o apoio que recebeu. O ex-deputado foi alvo do mandado de busca e apreensão porque, segundo as investigações, tem ligação com suspeitos de envolvimento nos assassinatos, mas não há comprovação de que ele está envolvido diretamente no duplo homicídio.

No entanto, de acordo com o delegado que investiga o caso, Clovis e o presidente da Câmara de Jaboatão dos Guararapes, Getúlio Belém (PL), estariam envolvidos em práticas ilegais, como rinha de galo e jogos clandestinos.

“Quem me conhece sabe o meu perfil e a minha honestidade como homem e como ser humano e que jamais eu me envolveria numa coisa desse tipo”, disse no vídeo.

O advogado Brenno Oliveira Lins, que representa o ex-prefeito e ex-deputado estadual, afirmou em nota compartilhada no perfil do ex-político que ele “não possui qualquer envolvimento com a investigação em curso no estado do Ceará”.

O texto também diz que o ex-deputado vem colaborando com as autoridades desde o início das apurações e que “foram localizadas munições não usuais, em situação alheia e sem relação com o objeto da diligência”.

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