Foto: Reprodução/Agência Brasil
A perda de um parente próximo pode gerar prejuízos financeiros significativos. Abaladas pelo luto, famílias brasileiras deixam de resgatar, em média, entre R$ 10 mil e R$ 50 mil em benefícios que a pessoa falecida tinha direito.
O levantamento foi divulgado pela Planeje Bem, primeira plataforma digital brasileira voltada para planejamento sucessório e apoio pós-perda.
Segundo Carolina Aparício, diretora executiva e fundadora da plataforma, o principal motivo desse prejuízo é o desconhecimento sobre direitos financeiros e sociais em nome do falecido, chamados de “ativos invisíveis”. O luto, a burocracia e a falta de orientação financeira fazem com que muitas famílias não resgatem esses valores.
“É comum imaginar que todos os bens e direitos passem obrigatoriamente pelo inventário, mas existem diversos ativos que podem ser resgatados de maneira simples, desde que se saiba onde e como procurar. Muitos desses valores são esquecidos porque não há orientação clara em um momento já delicado como o luto”, explica Carolina.
Com base em clientes atendidos pela plataforma, os ativos mais esquecidos pelas famílias, com o percentual de esquecimento, são:
Outros benefícios menos divulgados, sem percentual de esquecimento divulgado, incluem:
De acordo com a Planeje Bem, grande parte desses recursos de menor porte pode ser acessada diretamente, sem inventário, mas exige cumprimento de prazos legais e apresentação de documentação específica, ainda desconhecidos por muitas famílias.
A maior parte das solicitações e verificações pode ser feita online, mas é necessário agir rapidamente, pois os benefícios podem expirar.
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