O ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Carolina Antunes/PR
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu na quarta-feira (14) a possibilidade de as fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) terem começado durante seu mandato. No entanto, afirmou que o esquema ganhou maior proporção no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Bolsonaro também manifestou apoio à criação de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para apurar os descontos indevidos aplicados a benefícios de aposentados e pensionistas, que causaram um prejuízo estimado em R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, segundo a Polícia Federal.
“É possível e vai ser investigado. Se, porventura, alguém do meu governo fez algo de errado, pague. E ponto final”, afirmou Bolsonaro, quando questionado sobre a possibilidade de a fraude no INSS ter começado no seu governo. “Nós da direita assinamos (a CPMI). PT, PSOL, PDT, ninguém assinou a CPMI. Vamos investigar”, acrescentou.
Bolsonaro afirmou que é difícil garantir uma administração com “zero absoluto” de corrupção. Contudo, criticou o governo Lula. “É como zero absoluto, não tem como chegar lá. Tem que investigar. Agora, explodiu no governo do Lula. Explodiu,” disse Bolsonaro em entrevista a um portal de notícias.
A oposição ao presidente Lula no Congresso Nacional protocolou, no último dia 12, um requerimento pedindo a criação da CPMI do INSS. A proposta teve a adesão de 223 deputados e 36 senadores, em sua maioria, membros do Centrão e do PL.
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