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Mata Sul

(Vídeo) Moradores encontram cobras venenosas próximo de casas, em Palmares

Número de cobras que apareceram tem aumentado devido ao tempo seco e o fogo de queimadas.

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(Foto: Reprodução/PortalPE10)

Um internauta enviou para o Whatsapp do PortalPE10, dois vídeos que flagraram o momento em que moradores do bairro Quilombo, em Palmares, na Mata Sul de Pernambuco, encontraram cobras venenosas próximo a casas. Segundo informações o vídeo foi gravada no segunda-feira (25) em uma área conhecida por Quilombinho e Quilombo III, há uma mata próxima ao local.

Em um dos vídeos é possível ver o animal peçonhento rastejando em direção a mata, em outro os moradores acabaram matando o animal. Segundo relatos com o tempo seco e principalmente as queimadas que estão ocorrendo o número de cobras tem aumentado, trazendo transtornos e preocupação para os moradores.

O PortalPE10 conversou com a bióloga Carolina Menezes Ferreira, que identificou que as cobras que aparecem nos vídeos são da mesma espécie, Cascavel, são animais extremamente venenosos e muito agressivos. Apesar do susto ninguém ficou ferido.

 

Em Pernambuco, acidentes com cascavel, ficam em segundo lugar na lista dos mais comuns. A primeira posição é de casos de picada de jararaca.

Como evitar acidentes com animais peçonhentos

  • No amanhecer e no entardecer, evitar a aproximação da vegetação muito próxima ao chão, gramados ou até mesmo jardins, pois é nesse momento que serpentes estão em maior atividade.
  • Não mexer em colmeias e vespeiros. Caso estejam em áreas de risco de acidente, contatar a autoridade local competente para a remoção.
  • Inspecionar calçados, roupas, toalhas de banho e de rosto, roupas de cama, panos de chão e tapetes antes de usá-los.
  • Afastar camas e berços das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários.
  • Não depositar ou acumular lixo, entulho e materiais de construção junto às habitações
  • Evitar que plantas trepadeiras se encostem às casas e que folhagens entrem pelo telhado ou pelo forro.
  • Não montar acampamento próximo a áreas onde normalmente há roedores (plantações, pastos ou matos) e, por conseguinte, maior número de serpentes.
  • Evitar piquenique às margens de rios, lagos ou lagoas, e não encostar-se a barrancos durante pescarias ou outras atividades.
  • Limpar regularmente móveis, cortinas, quadros, cantos de parede e terrenos baldios (sempre com uso de EPI).
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés.
  • Utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos.
  • Manter limpos os locais próximos das residências, jardins, quintais, paióis e celeiros;
  • Controlar roedores existentes na área e combater insetos, principalmente baratas (são alimentos para escorpiões e aranhas).
  • Caso encontre um animal peçonhento, afaste-se com cuidado e evite assustá-lo ou tocá-lo, mesmo que pareça morto, e procure a autoridade de saúde local para orientações.

O que fazer em caso de acidente

  • Procure atendimento médico imediatamente.
  • Informe ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como: tipo de animal, cor, tamanho, entre outras.
  • Se possível, e caso tal ação não atrase a ida do paciente ao atendimento médico, lave o local da picada com água e sabão (exceto em acidentes por águas-vivas ou caravelas), mantenha a vítima em repouso e com o membro acometido elevado até a chegada ao pronto socorro.
  • Em acidentes nas extremidades do corpo, como braços, mãos, pernas e pés, retire acessórios que possam levar à piora do quadro clínico, como anéis, fitas amarradas e calçados apertados.
  • Não amarre (torniquete) o membro acometido e, muito menos, corte e/ou aplique qualquer tipo de substancia (pó de café, álcool, entre outros) no local da picada.
  • Especificamente em casos de acidentes com águas-vivas e caravelas, primeiramente, para alívio da dor inicial, use compressas geladas de água do mar. A remoção dos tentáculos aderidos à pele deve ser realizada de forma cuidadosa, preferencialmente com uso de pinça ou lâmina. Procure assistência médica para avaliação clínica do envenenamento e, se necessário, realização de tratamento complementar.
  • Não tente “chupar o veneno”, essa ação apenas aumenta as chances de infecção local.

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