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Cotidiano

Tensão aumenta entre policiais militares e Governo e ameaça de greve ganha força

Encontro entre categorias e gestores aconteceu no Campo das Princesas, nesta sexta

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Cerca de mil militares, entre policiais e bombeiros, realizaram na tarde desta sexta-feira (25) uma passeata de protesto relativa às condições de trabalho das duas categorias. Um carro de som acompanhou todo o trajeto, que teve concentração em frente ao Memorial de Medicina, no bairro do Derby. A manifestação seguiu pela avenida Conde da Boa Vista e teve como um dos pontos de parada a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Após serem recebidos pelos deputados Pedro Serafim e Sérgio Leite, que ouviram a comissão, eles seguiram para o Palácio do Campo das Princesas. No local, o secretário da Casa Civil, Luciano Vásquez, recebeu uma comissão formada por PMs. No encontro, os manifestantes apresentaram uma pauta de reivindicações da categoria. Aos trabalhadores, o secretário informou que pontos ressaltados pelos militares serão avaliados pelo Governo do Estado.

O trânsito no Centro do Recife, principalmente na avenida Agamenon Magalhães, onde o tráfego no sentido Boa Viagem/Olinda ficou parado, e na avenida Conde da Boa Vista, que ficou intransitável no sentido Derby/avenida Guararapes, foram os mais atingidos. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) orientou os condutores que desejavam ir ao Centro a seguirem pela rua João Fernandes Vieira/ rua do Príncipe. 

Segundo o líder do movimento, o policial militar Joel da Harpa, membro da corporação há 16 anos, a expectativa é de que o governador João Lyra atenda as reinvindicações que foram entregues. “Hoje, um policial militar precisa sair de casa às 5h, voltar às 19h, e permanecer o dia inteiro com apenas R$ 10 para se alimentar. Já que o vale (refeição) de R$ 150 é dividido pelo número de plantões”, afirmou. O líder do movimento informou ainda que apenas os agentes de folga participaram do ato e que os demais foram orientados para que não abandonem seus postos de trabalho.

Segundo o líder do movimento, o policial militar Joel da Harpa, membro da corporação há 16 anos, a expectativa é de que o governador João Lyra atenda as reinvindicações que foram entregues. “Hoje, um policial militar precisa sair de casa às 5h, voltar às 19h, e permanecer o dia inteiro com apenas R$ 10 para se alimentar. Já que o vale (refeição) de R$ 150 é dividido pelo número de plantões”, afirmou. O líder do movimento informou ainda que apenas os agentes de folga participaram do ato e que os demais foram orientados para que não abandonem seus postos de trabalho.

 

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