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Cotidiano

Suspeito de sequestrar enteada usa o WhatsApp e diz que abandonou jovem em matagal

Gildo Xavier entrou em contato com a polícia através do Whasapp dizendo o local exato onde teria deixado a jovem

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Poucas horas após conversar com a polícia, o suspeito postou mensagem no Facebook pedindo perdão / Foto: Reprodução/ Facebook

A Polícia Civil realiza diligências no município de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, em busca do suspeito de sequestrar a enteada Maria Alice Seabra, de 19 anos. Gildo da Silva Xavier enviou uma mensagem para a delegada Gleide Ângelo, que investiga o caso, afirmando que teria abandonado a jovem em um canavial na Zona Rural do município no dia 19, quando saíram de casa, no bairro da Estância, Zona Oeste do Recife, para uma entrevista de emprego em Gravatá, Agreste de Pernambuco.

 

De acordo com a delegada, ela viu uma mensagem que o padastro enviou pelo Facebook para a mãe da garota, na qual dizia o local onde deixou a jovem, e foi com a equipe da polícia para Goiana. Enquanto isso, Gleide Ângelo mandou várias mensagens através do WhatsApp para o suspeito, que respondeu confirmando a localização exata em que teria abandonado Maria Alice. No entanto, ele não especificou se ela estaria viva. Poucas horas após se comunicar com a polícia, Gildo Xavier postou no Facebook uma mensagem onde pede perdão à jovem e diz que a esposa não iria perdoá-lo pelo que teria feito.

Com a força-tarefa do Departamento De Homicídios e Proteção a Pessoa, a delegada iniciou as buscas na Zona Rural de Goiana na noite dessa segunda, por volta das 22h30. A equipe veio para o Recife de madrugada, sem encontrar nada. Na manhã desta terça, antes de voltar para Goiana, Gleide Ângelo conversou com a mãe de Maria Alice.

“Ele vai para a cadeia, vamos fazer de tudo para ele apodrecer lá. Desde que ele sequestrou Maria Alice eu tenho a certeza de que ele fez algo de muito ruim com ela. Ele era muito ciumento, possessivo. Estragou a vida dele, dela, a nossa”, lamentou o tio de Alice, Valdeir Arruda, na sede do DHPP, no bairro do Cordeiro. A mãe continua no DHPP, mas foi orientada a não falar com a imprensa.

As informações são do Jornal do Commercio.

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