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Cotidiano

Sete PMs presos no Litoral Sul por ‘falsa blitz’ têm prisão preventiva decretada

Sete policiais militares que, segundo a SDS, extorquiam motoristas em Porto de Galinhas, em Ipojuca, foram encaminhados ao Creed

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Os sete policiais militares autuados em flagrante por realizarem falsas blitze com o intuito de extorquir motoristas no balneário de Porto de Galinhas, em Ipojuca, tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça na tarde desta segunda-feira (21). O grupo será encaminhado ao Centro de Reeducação da Polícia Militar de Pernambuco (Creed).

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A decisão de manter os PMs presos foi tomada durante uma audiência de custódia realizada no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, no Recife. Os policiais, sendo três sargentos e quatro soldados lotados no 18º Batalhão da PM, foram presos na noite deste sábado (19) durante uma falsa blitz da Operação Lei Seca. A investigação que retirou os PMs das ruas envolveu a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) e das polícias Militar e Civil.

Os servidores paravam em torno de 10 a 15 carros por noite e cobravam entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil para a liberação dos condutores que tinham ingerido bebida alcoólica. A investigação aponta que as extorsões aconteciam nas proximidades da Praça do Relógio, um dos pontos mais movimentados de Porto de Galinhas, que dá acesso às piscinas naturais da praia.

As falsas blitze costumavam acontecer na Rua Sabaré, que é uma das poucas vias de saída do local. Os policiais presos montavam as fiscalizações criminosas após uma curva acentuada da rua, de modo que os motoristas não pudessem visualizar a “arapuca”. Os PMs presos chegaram a comprar um bafômetro para dar a impressão de legalidade e intimidar as vítimas.

De acordo com o comunicado do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), os policiais presos são Lázaro Barbosa de Lima, Rogério Dias do Nascimento, Cláudio Rodrigues da Silva, Maurílio Sebastião Toledo da Silva Filho, Edson Alves de Souza, Marcos Antônio de Oliveira Júnior e Denis de Andrade Moura Júnior. O nome do(a) magistrado(a) que determinou a prisão preventiva do grupo não foi divulgado.

Procurada na manhã desta segunda-feira (21) para informar quantos policiais militares foram expulsos da corporação em 2018, a assessoria de comunicação da SDS ainda não enviou resposta.

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