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Santa perde para o Salgueiro por 2 a 1 e e está fora do Nordestão 2015

Sem vibração, time coral decepcionou pequena torcida presente ao Arruda

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Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem

Vencer o Salgueiro era o mínimo que o Santa Cruz poderia ter feito nesta terça-feira. O Tricolor perdeu o Carcará no jogo de volta pela disputa pelo terceiro lugar do Pernambucano. Após o empate em 1 a 1 no Sertão, a derrota por 2 a 1, no Arruda, pode tirar a equipe na próxima edição do Nordestão. Faz crescer a crise no clube. A vitória seria um alento em meio ao mau começo de temporada dos corais no ano do centenário. Nem isso. Contratado pela diretoria para substituir Vica, Sérgio Guedes assistiu ao jogo pela televisão, em São Paulo. Será apresentado nesta quarta. Certamente, viu que precisará trabalhar bastante desde já para fazer os ajustes necessários no time. Afinal, a sequência da Série B tende a ser bem mais laboriosa que foi o duelo diante do Carcará.

Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem

Alçado ao cargo de técnico interino exclusivamente para esta partida contra o Salgueiro  o gerente de futebol Ataíde Macedo comandou o time coral. Escalou a equipe com três homens na frente: Flávio Caça-Rato, Betinho e Léo Gamalho. Pela primeira vez em 2014, o Tricolor foi montado no 4-3-3, com um trio de atacantes de ofício em campo. O meia Raul acabou sendo sacado. Aliás, sequer figurou no banco de reservas. Raniel, de 17 anos, foi encarregado de armas as jogadas do Santa Cruz.

O jovem meia, porém, ficou sobrecarregado. Flávio Caça-Rato terminou sendo a peça mais eficaz e lúcida do setor ofensivo. O Salgueiro, por sua vez, conseguiu ser mais operante que o time da casa. Tiago Cardoso chegou a salvar o Santa Cruz três vezes. Mas não evitou o gol de Kanu, aos 44 minutos, após jogada de Peri pela esquerda. Apesar do público módico no Arruda, os comandados de Ataíde desceram para os vestiários sob fortes vaias na hora do intervalo.

Segundo tempo

Ataíde tentou mudar o panorama do jogo. Acionou Renatinho e Nininho no lugar de Caça-Rato e Zeca, respectivamente. De nada adiantou. Sem Caça, o Santa perdeu ainda mais mobilidade. Betinho e Gamalho estavam praticamente estáticos, enquanto Raniel e Renatinho não rendiam na meia. Ainda assim, o artilheiro do estadual conseguiu empatar. Aos 34, Gamalho foi oportunista e deixou tudo igual: 1 a 1. Oito minutos depois, enquanto o Santa tentava a virada, veio o golpe final. Fabrício Ceará, que acabara de entrar, fez de cabeça com a zaga dos mandantes desguarnecida.


 


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