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Política

PSB foi o partido que mais gastou fora do período eleitoral em 2014;R$ 1,7 milhão

Na sequência, vem o PT (R$ 1.461.838,35), que compôs a chama oposicionista

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Por Carolina Albuquerque do Jornal do Commercio desta terça-feira.

O partido que mais gastou ao longo de 2014 foi o PSB, cuja despesa total foi de R$ 1.774.312,38. Os socialistas disputaram dois cargos majoritários nas eleições do ano passado, com o governador Paulo Câmara e o senador Fernando Bezerra Coelho, que saíram vencedores do pleito.

Na sequência, vem o PT (R$ 1.461.838,35), que compôs a chama oposicionista com o candidato a senador derrotado, o ex-prefeito João Paulo, e o PP (R$ 1.076.734,45), que não teve majoritário, mas obteve o feito de ter os dois candidatos mais votados para o parlamento federal e estadual. Os dados estão disponíveis nas prestações de contas anual dos partidos, entregues no final de abril ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Contudo, os números contidos nas contas anuais partidárias representam, prioritariamente, a movimentação financeira fora dos três meses de campanha eleitoral. Desde o ano passado, a partir da resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de número 23.432/2014, os candidatos foram obrigados a apresentar duas contas eleitorais à Justiça Eleitoral: uma de campanha individual e outra partidária.

Só para ter uma ideia, Paulo Câmara informou uma receita de campanha de R$ 17.986.657,10, enquanto Armando Monteiro (candidato ao governo pelo PTB) disse ter R$ 19.736.207,21. Nesse sentido, as contas anuais dos partidos não podem ser lidos como um retrato geral da movimentação eleitoral.

Ainda assim, é possível revelar algumas peculiaridades. Mesmo com um candidato majoritário competitivo, o atual ministro da Indústria, Armando Monteiro, o PTB ficou no antepenúltimo lugar quanto à despesa (R$ 589,774,96). Só ganhou do DEM (R$ 451.091,71) e do PDT (R$ 395.488,94). Curiosamente, o partido do ministro também informou ao TRE que não recebeu nada do fundo partidário. Grande parte da receita do PTB (R$ 519.759,82, o que representa 87%) veio de doações de pessoas físicas, isto é, não filiadas. Os parlamentares, filiados e simpatizantes somaram R$ 74.753,64.

Quanto ao PSB, a receita predominante do ano foi obtida por meio de repasse do Fundo Partidário: R$ 869.589,82. Os filiados e parlamentares, no entanto, tiveram também uma participação significativa: R$ 407.315,55, dos quais R$ 213.000,00 vieram dos deputados federais e estaduais e R$ 194.315,55 dos socialistas filiados. O PT, contudo, é quem liderou a lista dos que receberam a quantia mais alta do fundo partidário – uma decisão que depende do Diretório Nacional. Foram R$ 1.232.015,95 vindos do Diretório Nacional, ou seja, 91,5% da receita total (R$ 1.346.577,73).

Sigla dos dois mais votados de Pernambuco, o deputado federal Eduardo da Fonte e deputado estadual Pastor Cleiton Collins, o PP também depende prioritariamente dos repasses do Diretório Nacional, sejam do fundo sejam de doadores de pessoa jurídica. No segundo lugar da lista, conta que a legenda recebeu R$ 1.060.000,00 em transferências partidárias – 99% da receita total do ano (R$ 1.065.975,29). Ao longo do ano, os parlamentares só investiram R$ 5.000,00 no partido.

Fonte:Jornal do Commercio

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