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Pernambuco

Protestos por moradia bloqueiam vias e complicam trânsito no Grande Recife

Houve registro de atos nas avenidas Mascarenhas de Morais, no Recife, na Avenida Presidente Kennedy, em Olinda e na Estrada da Muribeca, em Jabaotão.

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Protesto por moradia foi realizado na Estrada da Muribeca, no Grande Recife, na manhã desta segunda-feira (27) — Foto: Reprodução/TV Globo

Protestos por moradia interditaram as avenidas Mascarenhas de Morais, no Recife, e Presidente Kennedy, em Olinda, e a PE-17, conhecida como Estrada da Muribeca, na altura do Rio Jaboatão, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, na manhã desta segunda-feira (27). O trânsito ficou complicado.

Os atos na capital e em Olinda foram coordenados pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto de Pernambuco. A Avenida Mascarenhas de Morais, na altura do Aeroporto Internacional do Recife, foi totalmente liberada às 8h21, segundo a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU).

Na Estrada da Muribeca, os manifestantes colocaram fogo em pneus e entulhos pouco antes das 6h e impediram que veículos passassem pelo local. A via foi totalmente liberadas às 8h30, segundo integrantes do Movimento Popular pela Moradia Digna.

O coordenador regional do movimento em Jaboatão, Cristiano Romão, afirmou que desde 2015, cerca de 500 famílias moram na Comunidade Marielle Anderson, localizada na Rua Muribequinha, no bairro da Muribeca. O ato, segundo ele, foi por moradia e contra um mandado de reintegração de posse.

Imagens da TV Globo mostraram que alguns pedestres e motociclista passando pelo meio da vegetação do acostamento da rodovia para poder seguir viagem.

“O mandado chegou há mais ou menos 20 dias e as famílias não tem pra onde ir”, declarou Romão.

Desde 21 de setembro, reintegração de posse, despejos ou remoções determinadas ou não pelo Judiciário estão suspensas em Pernambuco, até o fim da pandemia. No texto, a lei ressalta que não podem ser cumpridos os mandados judiciais ou extra-judiciais em ocupações de áreas que aconteceram antes do ato que decretou a emergência de saúde.

De acordo com a prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, o terreno pertence ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), sendo responsabilidade da União. As informações são do G1.

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