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Professores de Pernambuco recusam proposta de Paulo Câmara e voltam à greve

Categoria suspendeu a paralisação no último dia 4 na esperança de que o Governo de Pernambuco fizesse propostas salariai

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Professores da rede de ensino estadual rejeitaram a proposta de reajuste de 6% dividido em três parcelas do Governo do Estado. Em assembleia realizada pela categoria, nesta quinta-feira (21) no Clube Português, eles decidiram decretar greve e deflagrar para o dia 29, com uma reunião marcada para às 14h em frente a Alepe. Até lá, os servidores continuarão indo às escolas. No dia 28, eles farão uma mobilização dentro dos colégios usando roupas pretas.

A proposta do governo visava o reajuste de 6% fragmentado em três meses – 2% em junho, 2% em agosto e 2% em dezembro – para os professores. A categoria reivindicava um aumento nos vencimentos de 13,01% para todos os servidores, referente à Lei do Piso do Ministério da Educação.

Durante a assembleia, apenas um servidor concordou com o aumento de 6% em três parcelas e foi vaiado. Outros professores reclamaram da proposta oferecida e gritaram pela retomada da greve. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintepe), Fernando Melo, a oferta recusada é “menor do que os 13% esperados”. A categoria exigia 19% inicialmente, pra concluir a meta de 100% no final do mandato do governo.

Ainda na quarta (20), aconteceu uma rodada de negociações da campanha salarial. Na pauta dos servidores, 29 dos 40 itens envolvem recursos econômicos. Segundo Fernando Melo, o “governo está atingindo um valor de 26% da folha de pagamento, cerca de R$ 1,6 milhão”. Ele ainda cita que governo vai abrir um concurso em 2015 para professores da área de exatas e com renumeração de R$3 mil

Entre outras reivindicações, o Sintepe pediu acesso dos professores à biblioteca e laboratórios de química e biologia, mas a proposta foi negada com o argumento de que seria perigoso.

Do vale refeição, os atuais R$ 7 tiveram um reajuste de 60% e passam a valer R$ 11,20 a partir de outubro. Existe uma proposta para aumentar para R$ 15, mas para um analista educacional especializado. 

 

Greve
O ensino da rede estadual passou por uma greve de 21 dias, deflagrada no dia 10 de abril pelos professores e suspensa no dia 04 de maio.

Com informações:Folha de Pernambuco

 

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