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Pernambuco

PF prende suspeitos de exploração e pornografia infantil; um é apontado como abusador de enteada

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Homem foi preso por suspeita de abusar sexualmente da enteada – Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal em Pernambuco deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), duas operações contra pornografia e exploração sexual infantil. As ações ocorreram em Feira Nova e Gravatá, no Agreste de Pernambuco, e nas praias de Muro Alto e Gaibu, em Ipojuca e no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do Estado.

Ao todo foram presos três suspeitos – um deles é apontado como abusador de uma enteada. A polícia não informou a idade da menina, mas confirmou que trata-se de uma menor de idade.

A primeira operação, chamada “Infância Resgatada”, visou combater a prática de atos libidinosos e produção de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e/ou adolescentes, assim como a troca e armazenamento material de pornografia infantil.

As investigações começaram no início de 2020 após informações repassados por uma ONG americana que centraliza o recebimento de denúncias sobre crimes relacionados a abuso sexual infantil. Foram registradas 32 ocorrências do tipo em diversos celulares do suspeito preso, segundo a PF.

Durante as investigações, conduzidas pelo Núcleo de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil pela Internet (Nurcop), foi produzido um relatório contendo indícios de que a vítima do possível estuprador seria sua enteada, por causa do teor dos comentários publicados no Facebook e registro fotográfico, segundo a PF.

Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Muro Alto e Gaibu. As ordens judiciais foram expedidas pela 36ª Vara da Justiça Federal.

De acordo com a PF, os mandados foram cumpridos nos endereços residencial e profissional do suposto abusador. Foram apreendidos computadores, notebooks, celurares e outras mídias com “potencial de armazenamento de imagens e vídeos contendo pornografia infantil”.

Os crimes atribuídos ao suposto abusador são a prática da produção, compartilhamento e armazenamento de conteúdo pornográfico infantil (Art. 240, Art. 241-A e Art. 241-B do ECA), além do crime de estupro de vulnerável (Art. 217-A do CP).

Tais crimes acumulados resultam em penas que variam de quatro a 16 anos de reclusão

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