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Cotidiano

Número de escolas afetadas pela greve dos professores da rede estadual aumenta

Paralisação parcial chegou a 31%. Governo pede ilegalidade da greve

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Da Folha de Pernambuco

Conforme levantamento da Secretaria de Educação de Pernambuco, divulgado na tarde desta se terça-feira (14), 21% (220) das escolas tiveram as aulas paralisadas totalmente neste segundo dia de greve dos professores da rede estadual. O número é ligeiramente menor que o da última segunda (13), quando 22% das unidades foram totalmente afetadas. Já a paralisação parcial, que foi de 23%, no primeiro dia, chegou a 31% (319), nesta terça. O quantitativo de escolas que mantiveram as atividades normalmente caiu de 55% para 48% (506).

Na última segunda-feira, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) contestou os números e afirmou que a adesão foi de 70%. A classe trabalhadora decidiu cruzar os braços por ser contrária ao reajuste salarial de 13,01% enviado pelo Executivo e aprovado pela Assembleia Legislativa, já que o aumento do piso beneficia apenas os profissionais da base da carreira, o que equivale a 10% da categoria.

Pedido de ilegalidade
Diante deste cenário, a Procuradoria-Geral do Estado protocolou no fim da tarde desta terça-feira, junto ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o pedido de ilegalidade da greve dos docentes da rede estadual. O pedido será analisado pelo desembargador Jovaldo Nunes, que deve divulgar uma decisão nesta quarta-feira (15).

A gestão estadual publicou uma portaria no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (14), através da qual determina “a apuração da frequência dos servidores que não comparecerem” às unidades de trabalho e alerta que haverá desconto das faltas na remuneração. Outra medida da portaria explica que “os servidores lotados nas escolas de referência que aderirem à paralisação poderão ser removidos para posterior localização em outra unidade de trabalho, sendo aberto processo para a substituição destes”, e que “os servidores contratados temporariamente que aderirem à paralisação poderão ter os seus contratos de trabalho rescindidos”.

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