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Cotidiano

Novas regras do Minha Casa, Minha Vida podem estimular investimentos em cidades pequenas

Novas regras do Minha Casa, Minha Vida podem estimular investimentos em cidades pequenas

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Desde o início do mês de março, novas regras para a concessão de financiamentos habitacionais dentro do Minha Casa, Minha Vida passaram a beneficiar moradores de cidades com até 50 mil habitantes. Com isso, é esperado que as construtoras possam iniciar investimentos em municípios menores.

Pelas novas regras, o teto de imóveis para as faixas 2 e 3 do MCMV foi ampliado. Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor máximo do imóvel a ser financiado passou a ser da seguinte forma:

“O subsídio passou de R$ 10.545 para R$ 11,6 mil para os mutuários com renda familiar bruta de até R$ 1,8 mil. Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor do subsídio na faixa 2 não mudou, podendo chegar a R$ 29 mil, dependendo da região do imóvel. Os subsídios para a faixa 1,5 do Minha Casa Minha Vida também não sofreram alteração, com valor máximo de R$ 47,5 mil para famílias que ganhem até R$ 1,2 mil”, informa.

Mudança pode incentivar investimentos em cidades menores

Para ele, as alterações são positivas, uma vez que o déficit habitacional também é uma preocupação em cidades pequenas, com menor população, principalmente aquelas afastadas dos grandes centros urbanos.

“Com as crises enfrentadas pelo país, as pequenas cidades e vilarejos sofrem bastante com a falta de recursos e desenvolvimento. Uma medida como esta adotada pelo governo poderá chamar atenção de construtores para investir em cidades menores. Para essas cidades, investimento em habitação reflete diretamente na qualidade de vida, infraestrutura da própria cidade e principalmente emprego”, completa Anthony Lima.

Porém, como tudo no mercado imobiliário que envolve decisão administrativa, ainda não é possível saber qual será o resultado prático dessas medidas. “Mesmo que a facilidade seja direcionada exclusivamente ao consumidor final – no caso, o mutuário –, se não houver interesse de construtores nessa fatia de mercado específica, a decisão poderá se tornar inócua e não atinge o objetivo de suprir o déficit habitacional de pequenas cidades”, analisa o diretor da ABMH.

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