Brasil

Whey protein ou feijão, o que é melhor para você?

O Whey Protein se tornou febre entre os frequentadores de academia. Uns comentam mais sobre ele na internet do que da importância da ingestão de água. O suplemento composto por proteínas do soro do leite é apresentado como solução para o ganho de músculos por ter aminoácidos não sintetizados pelo corpo humano.

Segundo o Globo Rural, não existem registros nacionais do consumo do produto de suplementação. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais (Abiad), 59% dos lares brasileiros têm, no mínimo, uma pessoa que consome qualquer suplemento alimentar e muitas das vezes sem orientação médica.

Só que uma novidade, explanada por um médico durante uma entrevista para o site afirmou também que o uso do whey sem orientação e sem frequentar a academia ou fazer algum tipo de atividade é quase indiferente.

Para ele um bom prato de feijão, de preferência acompanhado de arroz, garante os nutrientes essenciais. Ou seja: a concentração de vitaminas é a mesma e a construção dos músculos se torna mais barata se comparada a potes de whey que passam facilmente de R$ 100.

Médicos dizem que comer feijão é suficiente para quem não é atleta

Não há um estudo específico sobre o consumo do whey no país, mas segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais (Abiad), 59% dos lares brasileiros têm, no mínimo, uma pessoa que consome suplemento alimentar.

Para o José Ernesto dos Santos, professor sênior de clínica médica e nutrologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP/USP), não, de jeito nenhum.

“O ser humano saudável precisa de 0,8 grama de proteína por quilo de peso. Um atleta amador, até 2 gramas por quilo. Isso significa que um adulto de 70 quilos, precisa de 140 gramas de proteína para a construção de músculos. Então, cinco colheres de feijão ao longo de todo o dia resolve.”

“O problema não é tomar whey, é deixar de consumir alimentos saudáveis, comer muitos processados e depois tomar o suplemento achando que está resolvido”, diz Santos. “Além disso, a quantidade e qual deles deve ser utilizado tem que ser definido por um nutrólogo ou nutricionista e não pelo educador físico da academia.”

Marcelo Passos

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