
O ministro da Educação Camilo Santana afirmou nesta quarta-feira (4) que universidades avaliadas com notas 1 e 2 pelo Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) não terão o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) neste ano.
A fala foi dada durante a inauguração do campus Campus Várzea Grande do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), na região metropolitana.
O ministro destacou que não é contrário à rede privada, mas defendeu a qualidade na formação dos estudantes como prioridade.
Santana disse ainda que a sociedade não pode aceitar que um profissional de saúde seja mal formado. “Porque ele vai tá num posto atendendo as pessoas. Então, queremos bons profissionais formados no país. Não é justo. Muitas vezes uma universidade privada cobra R$12 mil ou R$ 15 mil e não ter qualidade de oferta no curso. Esses cursos terão um prazo, estão suspensas a ampliação de vagas, e terão um prazo até o próximo Enad, em outubro, para corrigir e melhorar a qualidade da avaliação”, contou.
Dos 351 cursos avaliados no país, 107 ficaram com notas 1 e 2 e vão sofrer sanções.
O Enamed é uma prova anual aplicada pelo MEC por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para avaliar a formação médica no Brasil.









