Leo Shazam era suspeito de envolvimento em pelo menos dez homicídios e teria participado do incêndio na Favela do Detran no Recife
Um traficante considerado de alta periculosidade, conhecido como Leo Shazam, 36 anos, morreu em confronto com a polícia na madrugada desta segunda-feira (31), na cidade de Marechal Deodoro, Litoral Sul de Alagoas.
Leonardo Santos da Silva era suspeito de envolvimento em pelo menos dez homicídios, além de ser apontado como responsável por ordenar ataques contra policiais em Pernambuco. O criminoso também teria participado do incêndio na Favela do Detran, no Recife, e da queima de ônibus na cidade.
A operação para prendê-lo foi realizada após investigações que apontaram sua presença em Alagoas, onde ele estava negociando armamento pesado. Ele respondia a 11 processos por diversos crimes (sendo nove por homicídio e dois por tráfico de drogas), tinha quatro mandados de prisão em aberto, foi preso cinco vezes e era o chefe do tráfico na “Comunidade do Detran” no Recife.
As forças de segurança montaram um cerco tático na residência onde ele estava escondido, um local de difícil acesso, cercado por muros, na cidade de Marechal Deodoro. Durante a abordagem, o suspeito reagiu e atirou contra os policiais, que revidaram.
O confronto aconteceu na área externa da casa. Ele foi baleado e chegou a ser socorrido ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos.
Dentro da residência, onde o traficante estava com a esposa, a polícia apreendeu um arsenal, que incluía metralhadoras, um fuzil, adaptador de Glock, pistola calibre 380 e munições de calibre 12. Além das armas, celulares foram recolhidos e serão analisados para identificar possíveis compradores de armamento em Alagoas.
O delegado Igor Diego, que coordenou a operação, informou que entrou em contato com a polícia pernambucana, que confirmou que o criminoso comandava o tráfico na Favela do Detran. “Vamos analisar as informações dos celulares apreendidos para identificar para quem ele estava vendendo armas no estado de Alagoas”, afirmou.
A ação foi da Polícia Civil, com participação do Tigre, Grupo Tático da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e Seção de Capturas da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco).
*Estagiário sob supervisão
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