Josenildo Belarmino de Moura Júnior foi executado em plena luz do dia nesta terça-feira (14)
Uma testemunha que presenciou o assassinato do delegado da Polícia Civil, Josenildo Belarmino de Moura Júnior, de apenas 33 anos, relatou as últimas palavras do aagente de segurança antes de ser morto a tiros na manhã desta terça-feira (14) na Chácara Santo Antônio, Zona Sul de São Paulo.
Em entrevista ao portal Bacci Notícias, a testemunha revelou que estava trabalhando no local onde ocorreu os tiros que mataram o delegado. “Na hora que ele chegou aqui, o rapaz abordou ele, o tiro foi aqui. Ele caiu do lado do meu carro”, informou.
O homem ainda declarou que o delegado não reagiu ao assalto e entregou o celular, mas ainda assim levou o tiro. “A gente tentou falar com ele, mas as únicas palavras que a gente escutou foram essas ‘eu sou muito jovem para morrer’ e queria ver mais uma vez os filhos dele”, comentou.
“Isso foi doloroso, nunca tinha visto na minha vida. É uma vida, é um ser humano. Ninguém pode tirar a vida de uma pessoa assim”, comentou a testemunha, emocionado com o ocorrido.
Josenildo Belarmino chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital do Campo Limpo, recebendo atendimento médico, mas não resistindo aos ferimentos d bala.
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