A nova diretriz foi estruturada durante o Congresso Europeu de Cardiologia
O Congresso Europeu de Cardiologia, realizado no início de setembro, reuniu milhares de médicos do mundo inteiro em Londres. Uma das principais novidades do evento foi a divulgação das novas diretrizes de hipertensão, que modifica a máxima considerada normal pela maioria das pessoas.
Segundo os autores da nova orientação, a mudança nos termos e a criação da categoria clínica “pressão arterial elevada” visa intensificar o tratamento em estágios iniciais. Essa é uma forma de garantir que a pressão arterial fique dentro da meta, sobretudo quando se trata de pessoas com maior risco de doenças cardiovasculares.
“A nova categoria reconhece que as pessoas não passam de uma pressão arterial normal num dia para a hipertensão no outro”, justifica Bill McEvoy, professor da Universidade de Galway, na Irlanda, e um dos autores do novo consenso.
“Na maioria dos pacientes, há uma mudança gradual e constante [da pressão arterial]. Diferentes subgrupos, como por exemplo, aqueles que apresentam maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares, poderiam se beneficiar de um tratamento mais intensivo antes que a pressão arterial deles atinja o limite tradicional da hipertensão”, complementa ele, num comunicado divulgado à imprensa.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve decisão do ministro Flávio Dino que…
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Ozivy, medicamento à base de…
O governo federal liberou nessa segunda-feira (25/5) cerca de R$ 8,4 bilhões em saques do Fundo de…
Um pedido de vista do deputado federal Mauricio Marcon (PL-RS) adiou a votação da Proposta…
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira que a redução de 44 horas…
A Caixa Econômica Federal informou que antecipou para esta segunda-feira (25) a liberação do pagamento…
This website uses cookies.