Brasil

Salário mínimo deve ficar em R$ 1.429 em 2024 com fórmula de reajuste confirmada por Marinho

 

Após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Alvorada, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, confirmou nesta quinta-feira que o salário mínimo deste ano ficará em R$ 1.320 e também como será a nova fórmula de reajuste do piso daqui para frente.

Segundo Marinho, nos próximos anos, o salário mínimo será reajustado pela mesma fórmula que foi usada durante o governo Dilma. Com isso, pelas estimativas de técnicos do governo, o piso salarial ficará em R$ 1.429 no ano que vem.

Novo salário mínimo

  • O valor de R$ 1.320 deverá vigorar a partir de maio.
  • Para 2024 e os próximos anos, haverá uma fórmula que visa garantir ganho real para o trabalhador, ou seja, reajustes do mínimo acima da inflação.

Fórmula de reajuste

  • A nova regra, que valerá a partir de 2024 vai considerar, além da inflação, a variação do PIB (Produto Interno Bruto, conjunto de bens e serviços produzidos no país).
  • Como os dados do PIB são divulgados com defasagem, a referência será o resultado de dois anos antes.
  • Além da variação do PIB, será considerado também o aumento da inflação pelo INPC, que é o índice de referência para reajustes salariais.

Em 2024

  • Considerando a variação do PIB de 2022 (ou seja, que será a referência para o salário mínimo de 2024), o ganho real do mínimo no ano que vem será de 2,9%.
  • Técnicos do governo estimam que, assim, o salário mínimo para 2024 subirá para R$ 1.429.
  • O cálculo considera uma estimativa de 5,3% para a inflação deste ano, medida pelo INPC, que é o índice de referência para os reajustes salariais.

Embate no governo

Havia duas opções na mesa do presidente Luiz Inácio Lula para a fórmula de reajuste do salário mínimo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendia a indexação pela inflação mais o PIB per capita – o que, na prática, levaria a reajustes menores.

Ontem, Marinho confirmou que a fórmula aprovada por Lula será a que considera o PIB “cheio”, ou seja, a variação total do PIB, e não o percentual proporcional ao tamanho da população (que seria o PIB per capita).

Marcelo Passos

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