Brasil

Comissão aprova projeto que proíbe o uso do chumbinho em todo o território nacional

A proposta que proíbe o uso da substância tóxica Aldicarbe (carbamato Aldicarb), mais conhecida como “chumbinho”, em todo o território brasileiro foi aprovada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. O texto veda o porte, a comercialização, a distribuição e a fabricação da substância para qualquer finalidade.

Data

O aldicarbe, principal agrotóxico usado de forma irregular no País como raticida doméstico, foi banido do mercado brasileiro em 2012, em função da alta incidência de intoxicações humanas e de envenenamento de animais.

Vigilância

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o “chumbinho” é um produto clandestino, que não possui registro em nenhum órgão do governo. Apesar de o uso da substância ser considerado infração sanitária, não faltam casos de uso irregular do “chumbinho”, com danos severos à saúde e ao meio ambiente.

Câmara

O relator do projeto de autoria do deputado Marcelo Queiroz (PP-RJ), deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR) concordou com a ideia inicial do autor de proibir em lei o uso do chumbinho no Brasil, mas optou por mudanças como incluir a distribuição entre as condutas vedadas.

Licença ambiental

Laiola passou a prever a necessidade de autorização prévia do órgão ambiental competente para a utilização de qualquer tipo de substância que represente risco à saúde das pessoas e dos animais, quando realizada em locais públicos ou de livre circulação.

“O texto inicial previa a necessidade de licença prévia, o que poderia significar uma licença genérica e de longo prazo, o que não nos parece eficaz. Acreditamos que uma autorização, de caráter precário e de curta duração, tende a promover um controle mais efetivo”, disse Matheus Laiola.

Sanção

O descumprimento da medida sujeita o infrator à multa de, no mínimo, cinco salários mínimos, além das demais penalidades previstas em lei. O texto altera a Lei de Crimes Ambientais para aumentar a pena prevista para quem produzir, comercializar, transportar ou usar produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente. A nova pena é de reclusão de dois a cinco anos e multa. Hoje, é de um a quatro anos de reclusão, e multa. (Com informações da Agência Câmara)

Marcelo Passos

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat. Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur.

Postagens recentes

INSS: pagamento da 2ª parcela do 13º começa nesta segunda(25)

Aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a…

2 horas ago

Nova pesquisa BTG mostra Lula vencendo Flavio Bolsonaro no 1º e 2º turno;47% contra 43%

Uma pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)…

3 horas ago

Vídeo mostra polícia prendendo Deolane em condomínio de luxo

Com ajuda da Interpol, a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo já monitoravam…

4 horas ago

Vigia é flagrado em vídeo fazendo sexo com mulher dentro de UBS; prefeitura afasta servidor

Um vídeo de aproximadamente 15 minutos que circula nas redes sociais mostra um vigilante da…

4 horas ago

Trabalhador já pode consultar o FGTS para quitar dívida pelo novo Desenrola Brasil 2.0

Os trabalhadores que têm saldo na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço…

4 horas ago

Dono de lotérica é um dos ganhadores de prêmio de R$ 168 milhões na Mega-Sena especial de 30 anos

Dono da Lotérica Aldeota, Alessandro Montenegro, é um dos ganhadores do prêmio de R$ 168.170.026,83…

6 horas ago

This website uses cookies.