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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) abriu, na manhã desta quinta-feira (20/4), investigação para apurar a conduta da professora da rede pública Lorena Santos, 28 anos. Como revelado pelo site Metrópoles, a servidora pública compartilhou foto nas redes sociais com um “look especial para o massacre”.
Em tese, a conduta pode tipificar a contravenção penal de “provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto”. A pena para a ação é de prisão simples, de 15 dias a seis meses, ou pagamento de multa.
Em perfil no Instagram com pouco mais de 5,2 mil seguidores, a educadora Lorena Santos se define como mãe, empreendedora e professora
Após a polêmica, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) também se manifestou e informou que abrirá procedimento de apuração. A pasta reforçou que “repudia qualquer tipo de postagem que ressalte a violência” e enfatizou ter compromisso e empenho na busca pela cultura de paz no ambiente escolar.
Em nota, o órgão comunicou que “a direção do CEF Doutora Zilda Arns do Itapoã tomou conhecimento do caso por meio das redes sociais e imediatamente pediu para que a professora excluísse a publicação”.
Ao Metrópoles Lorena afirmou que “de forma alguma quis gerar polêmica” e acrescentou que expressou uma “posição perante as ameaças, de forma irônica”. “Somos tão vulneráveis e parecemos piadas perante o Estado. Mas já retirei a imagem. Não foi a intenção gerar polêmica”, respondeu a professora
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