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PM prende Elektra, a mulher ‘mais perigosa’ do PCC

Em | Da Redação com informações de Metrópoles

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PM prende Elektra, a mulher ‘mais perigosa’ do PCC
Suliane Arantes, considerada pela polícia a mulher mais perigosa do PCC, ao ser presa em 2018 — Foto: Reprodução/PCDF

 

A Polícia Militar prendeu na sexta-feira (3), na zona leste de SP, Suliane Abitabile Arantes, 34, a Elektra. Ela é apontada pela Polícia Civil do Distrito Federal como a responsável pelo cadastro dos integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) batizados no centro-oeste do Brasil e no exterior.

Elektra é acusada de posse ilegal de arma e associação à organização criminosa. Foi presa às 7h30 na avenida Raguebi Chohfi, em São Mateus. Contra ela havia um mandado de prisão expedido no último dia 27 pela Vara das Execuções Penais do Distrito Federal.

A presa foi levada ao 49º Distrito Policial, no mesmo bairro em que foi detida, e depois encaminhada para audiência de custódia no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da cidade, sob forte escolta policial. Elektra já está recolhida em uma unidade prisional de São Paulo, de acordo com o delegado Valter Sérgio de Abreu, da 8ª Seccional.

Suliane Arantes, considerada pela polícia a mulher mais perigosa do PCC, ao ser presa em 2018 — Foto: Reprodução/PCDF

Policiais civis de São Paulo disseram que Elektra é uma das criminosas mais perigosas do país, integra o alto escalão do PCC e em Brasília é chamada de “Marcola de saia”, em alusão a Marco Willians Herbas Camacho, 55, tido pelas autoridades como o número 1 da organização. Ele sempre negou.

A Polícia Civil do Distrito Federal chegou a prendê-la em 6 de setembro de 2018. Com ela, os agentes disseram ter apreendido um notebook e três aparelhos de telefone celular. O material foi encaminhado para perícia.

As investigações apontaram que nos equipamentos havia informações sobre registro de cadastro dos integrantes do PCC que recebiam entorpecentes da facção, além de diversas planilhas com a contabilidade do tráfico de drogas da organização criminosa.

De acordo com a Polícia Civil do DF, Elektra, ao ser interrogada, confessou pertencer aos quadros do PCC e revelou detalhes sobre criminosos batizados na maior facção do país, principalmente na Espanha.

Elektra Majestade, ‘planilheira’ da facção

Policiais civis disseram à época que os arquivos analisados pelos peritos comprovavam a expansão internacional do PCC e tinham dados de registros de batismos de diversos integrantes fora do Brasil, como Estados Unidos, Portugal, Espanha e Itália.

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