Segundo Pacheco, algumas das opções para custear o reajuste seriam a atualização da tabela do SUS, a isenção da folha de pagamento do setor e a compensação das dívidas com a União.
“Isso é uma prioridade do Congresso Nacional. Nós votamos uma lei, queremos que a lei seja aplicada. Compreendemos o que foi a motivação do ministro Luís Roberto Barroso na sua decisão cautelar, e agora nos cabe dar uma alternativa para poder ter essa efetivação”, disse Pacheco em entrevista à Rádio Senado.
“Poder somar esforços para podermos resolver o mais rápido possível essa questão dos enfermeiros. É obrigação nossa do Congresso Nacional, do Poder Executivo e agora também do Supremo Tribunal Federal dar solução a isso”, continuou o presidente do Senado.
A lei do Piso Salarial da Enfermagem determina que a categoria receba salário base de R$ 4.750, e técnicos, auxiliares e parteiras recebam pagamento proporcional. Governo, estados e municípios têm até o final do ano para aplicar o piso, caso haja liberação no STF.
O Piso Salarial da Enfermagem segue em votação no Supremo Tribunal Federal. Os ministros têm até esta sexta-feira (15) para deliberar sobre a manutenção ou paralisação da suspensão determinada por Barroso.
Até o momento, cinco ministros votaram pela manutenção da suspensão, enquanto três foram a favor da liberação. A categoria aguarda agora a apreciação dos três ministros restantes.
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