Anderson Torres e Silvinei Vasques podem responder judicialmente por dificultarem o exercício de direitos políticos de eleitores do Nordeste
A Polícia Federal (PF) indiciou Anderson Torres (ex-ministro da Justiça) e Silvinei Vasques (ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal) por terem dificultado o exercício de direitos políticos durante as eleições de 2022. Eles teriam ordenado barricadas, especialmente na região Nordeste, com o intuito de impedir os deslocamentos de eleitores.
Estima-se que a PRF abordou cerca de 2 mil ônibus durante o segundo turno da eleição passada, ocorrida em 28 de outubro de 2022. Denúncias nas redes sociais acusaram a corporação de realizar barreiras policiais para dificultar o transporte de eleitores na região Nordeste
Por lá, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha previsão de ampla vantagem de votos na disputa contra Jair Bolsonaro (PL) — então chefe da dupla Anderson Torres e Silvinei Vasques.
De acordo com a Polícia Federal há indícios suficientes para confirmar que o grupo atuou contra os eleitores. A corporação pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais tempo para a realização de interrogatórios para finalizar relatório sobre o caso.
Outros quatro policiais federais cedidos ao Ministério da Justiça também foram indiciados. São eles: Alfredo de Souza Lima Coelho Carrijo, Fernando de Sousa Oliveira, Leo Garrido de Salles Meira e Marília Ferreira de Alencar.
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