Projeto será enviado nesta terça-feira (18) ao Congresso Nacional e é prioridade para Lula nos próximos meses
Levantamento realizado pelo Instituto Quaest e divulgado nesta quarta-feira (2) mostra um cenário de maior desgaste na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a pesquisa, 41% dos brasileiros afirmam aprovar a administração federal, enquanto 56% dizem desaprovar. Apenas 3% não souberam ou não responderam.
Os dados integram a pesquisa Genial/Quaest aplicada entre os dias 27 e 31 de março de 2025, e indicam uma piora nos índices de avaliação do governo. A percepção positiva da gestão é de 27%, enquanto 41% a consideram negativa. Já 29% dos entrevistados classificam o governo como regular, e 3% não souberam responder.
Avaliação pior que nos mandatos anteriores – A pesquisa revela ainda que 53% dos entrevistados avaliam que o atual governo Lula está “pior” do que os dois primeiros mandatos presidenciais do petista, entre 2003 e 2010. Apenas 20% acreditam que este terceiro mandato está sendo melhor, e 23% afirmam que está igual.
Em comparação com a gestão de Jair Bolsonaro (PL), 43% dos entrevistados consideram o governo Lula “pior”, 39% avaliam como “melhor” e 15% veem os dois como “iguais”. O dado evidencia uma polarização ainda presente na opinião pública e dificuldades de Lula em ampliar sua base de aprovação no eleitorado mais conservador.
Expectativas para os próximos dois anos – A pesquisa também aponta que 81% dos brasileiros esperam que Lula mude a forma de governar nos dois anos restantes de mandato, enquanto 15% desejam que ele continue como está. A percepção de que o Brasil segue na “direção errada” é compartilhada por 56% dos entrevistados, ante 36% que acreditam que o país está indo na “direção certa”.
Desempenho econômico e poder de compra – Quando questionados sobre a economia nos últimos 12 meses, 56% afirmaram que ela piorou, 26% disseram que ficou igual e apenas 16% viram melhora. Para 53% dos brasileiros, está mais difícil conseguir emprego do que há um ano. A percepção sobre o custo de vida também é negativa: 88% relataram aumento no preço dos alimentos, 65% notaram alta nas contas de água e luz e 70% observaram aumento nos combustíveis.
O poder de compra também preocupa: 81% dos entrevistados disseram conseguir comprar menos com o dinheiro que têm atualmente do que há um ano. Apenas 9% afirmaram estar conseguindo comprar mais.
Comunicação do governo é reprovada – Outro aspecto relevante da pesquisa é a avaliação da comunicação do governo. Para 21% dos entrevistados, ela “piorou” após a troca de comando na Secretaria de Comunicação da Presidência. Apenas 19% consideraram que houve melhora.
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