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Pernambuco continua a recomendar USO DE MÁSCARAS, mas ainda não obriga a utilização

Em | Da Redação

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Pernambuco continua a recomendar USO DE MÁSCARAS, mas ainda não obriga a utilização
Foto: Reprodução/Metrópoles

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Na última quinzena, observamos o avanço diário no aumento de casos de covid-19, associado ao surgimento de novas subvariantes do coronavírus.

Especialistas já falam em nova onda no Brasil, mas com impacto diferente do que foi observado dos saltos da doença antes da vacinação.

Apesar de não existir atualmente necessidade de lockdown, especialistas recomendam a readoção de medidas de higiene e proteção, a fim de evitar a disseminação acelerada do vírus, que tem provocado especialmente casos leves de covid-19.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) que o governo continuará a adotar medidas sempre proporcionais ao cenário epidemiológico. “Neste momento, não vislumbramos retorno de obrigatoriedade (do uso de máscaras). Continuamos reforçando, sim, a recomendação de uso de máscara, especialmente pelos mais vulneráveis“, informa a SES.

A secretaria diz ainda estar em contato permanente com a Sociedade de Pediatria de Pernambuco (Sopepe), a fim de analisar as necessidades específicas do público infantil durante a pandemia de covid-19.

“Além disso, permanecemos alertando que o vírus continua circulando e que cuidados ainda são necessários”, acrescenta a SES.

“Monitoramos permanentemente o cenário epidemiológico da covid no território pernambucano. A sociedade precisa ficar atenta, pois o vírus continua circulando entre nós. Não podemos baixar a guarda, principalmente entre as populações mais vulneráveis para a doença“, diz o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.

Ele ressalta que as pessoas com sintoma gripal devem usar a máscara, fazer a testagem para a doença e cumprir o tempo de isolamento.

“Os imunossuprimidos e os idosos também precisam reforçar os cuidados, como o uso de máscaras. E os pais das crianças e jovens devem levar seus filhos para se vacinarem contra a doença. Só assim controlaremos a circulação do vírus em nosso Estado.”

O secretário ainda alerta para a necessidade das doses de reforço. “Todos os dados comprovam que as vacinas, além de serem seguras, evitam casos graves e óbitos. Por isso, precisamos que todos estejam em dia com todas as doses disponíveis”, reforça Longo.

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