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Mulher jurada de morte por facção é executada a tiros ao sair de academia

A princípio, foi levantada a hipótese de que Iarany foi vítima de um latrocínio, que é o roubo seguido de morte, mas nenhum pertence dela foi levado pelo atirador.

Em | Da Redação

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Mulher jurada de morte por facção é executada a tiros ao sair de academia
A princípio, foi levantada a hipótese de que Iarany foi vítima de um latrocínio, que é o roubo seguido de morte, mas nenhum pertence dela foi levado pelo atirador.

Iarany de Souza Monteiro, de 37 anos, saía de uma academia de musculação, na noite da última quinta-feira (6), quando foi baleada quatro vezes. A mulher foi socorrida por populares, levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O crime aconteceu no bairro Novo Israel, na zona norte de Manaus (AM).

A princípio, foi levantada a hipótese de que Iarany foi vítima de um latrocínio, que é o roubo seguido de morte, mas nenhum pertence dela foi levado pelo atirador.

Outra possibilidade, que está sendo investigada pela polícia, é de que Iarany estava sendo jurada de morte por uma facção criminosa. Ela, no entanto, não teria dado importância às ameaças sofridas.

Em 2020, a mulher foi um dos alvos de uma operação contra o tráfico de drogas no Amazonas. Naquela ocasião, as autoridades policiais apreenderam o montante de R$ 3 milhões em espécie, seis toneladas de entorpecentes e prenderam outras 10 pessoas.

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