Governadora de Pernambuco Raquel Lyra
Pode não ser recorde, mas com a exoneração do seu segundo secretário de Educação e Esportes nesta quinta-feira (9), a governadora Raquel Lyra já chegou à casa de 10 auxiliares do primeiro escalão que, por vontade própria ou por exoneração pura e simples, deixaram o Governo. As informações são do JC Online
Os que deixaram o posto por vontade própria, em sua quase maioria, alegaram a amigos que não estavam conseguindo se relacionar bem com o Palácio e preferiram sair antes de enfrentar uma dificuldade maior.
O primeiro a deixar seu posto foi o secretário de Cultura, Silvério Pessoa. Em seguida vieram o secretário da Agricultura Aloísio Ferraz; a secretária de Defesa Social, Carla Patrícia; o secretário de Infraestrutura, Evandro Avelar; a secretária da Mulher, Regina Célia, substituída por Mariana Melo, que saiu para ser candidata a vice de Daniel Coelho e não voltou ao posto; o próprio Daniel Coelho, que foi secretário de Turismo e também saiu para a campanha mas não voltou; Lucinha Mota, secretária de Justiça, que preferiu voltar a ser vereadora de Petrolina a ficar na pasta; a secretária de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Carolina Cabral e o secretário da Assessoria Especial da Governadora, Fernando Holanda, que anunciou seu afastamento pelas redes sociais na semana passada.
A saída de Alexandre Schneider teria sido provocada, segundo informações obtidas pelo Blog Dellas, porque ele teria tomado algumas decisões como o anúncio antecipado de que o Governo iria chamar professores concursados, antes que o Palácio o fizesse, o que não seria permitido.
Há uma norma no Palácio, e toda imprensa sabe disso, que qualquer nova informação só pode ser dada oficialmente e pelo gabinete da governadora. Não à toa, Raquel tem passado esse recado toda vez que é indagada pelos jornalistas sobre quando vai mudar de partido e para qual legenda irá: “quando resolver, eu mesma vou informar” – costuma responder.
O secretário de Educação também teria decidido extinguir uma secretaria executiva sem combinar com a governadora, e teria demorado mais do que o esperado para definir burocraticamente a saída da área de Esportes de sua alçada. A alegação de que teria havido problema com uma licitação de merenda não é confirmada pela fonte que ouvimos, que justificou de forma simples: “todas as licitações do Governo estão concentradas na secretaria da Administração. Nenhuma outra pasta cuida disso.”
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