Avião que pertencia ao cantor foi apreendido na mesma operação em que Deolane Bezerra foi presa.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou que sejam transferidos para a Justiça da Paraíba os processos que envolvem a Vai de Bet e a empresa de Gusttavo Lima, Balada Eventos e Produções, no âmbito da Operação Integration, que investiga uma quadrilha suspeita de movimentar cerca de R$ 3 bilhões num esquema de lavagem de dinheiro de jogos de azar.
Na primeira página, o documento diz que o inquérito policial que apura a lavagem de dinheiro resultou no indiciamento de 22 pessoas. Na lista, consta o nome de batismo de Gusttavo Lima: Nivaldo Batista Lima (Gusttavo é nome artístico).
No processo que tramita no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o cantor é citado como “terceiro interessado”, não como parte ou como investigado, enquanto a empresa dele, Balada Eventos e Produções, aparece como investigado(a).
O indiciamento ocorre quando o delegado de polícia conclui que há indícios de crime associado a uma pessoa. O indiciamento é, então, o encaminhado do caso ao Ministério Público. Se entender que há provas, o MP denuncia realiza a denúncia à Justiça.
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