Primeira Turma deve julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro em setembro Foto: Antonio Augusto/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Jair Bolsonaro seja ouvido em até 48 horas, após receber relatório da Polícia Federal (PF) que aponta crimes atribuídos ao ex-presidente e ao deputado Eduardo Bolsonaro, seu filho, na tentativa de interferir no julgamento da ação penal em curso no Supremo sobre a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
No despacho, Moraes destacou que Bolsonaro precisa prestar esclarecimentos sobre o descumprimento de medidas cautelares, a reiteração de condutas ilícitas e o risco de fuga. O documento também cita o envolvimento do pastor Silas Malafaia e do comentarista Paulo Figueiredo, que, segundo a PF, atuaram em estratégias de pressão, disseminação de informações falsas e articulações internacionais para constranger instituições democráticas brasileiras.
De acordo com os investigadores, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo buscaram apoio junto a autoridades dos Estados Unidos para a imposição de sanções contra agentes públicos brasileiros sob a alegação de perseguição política. Malafaia, por sua vez, teria orientado ações de pressão contra ministros do STF e participado da propagação de narrativas falsas.
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