Empresário chegou a ser preso em 2016 suspeito de desvios e foi advogado de Eduardo Cunha
Foi numa rede de postos de combustíveis, em São Paulo, que a investigação iniciou. Documentos apreendidos apontam ligação da empresa com um esquema de lavagem de dinheiro do PCC.
Durante as apurações, os policiais identificaram que o posto fazia negócios com uma empresa que está no nome do pai e avô do empresário apontado como o maior sonegador de impostos do país.
Nessa sexta-feira (13), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em cinco endereços ligados ao esquema. Documentos, computadores e arquivos foram apreendidos. Os materiais passarão por um processo de perícia minucioso.
Segundo a investigação, a companhia em questão tem uma dívida de R$ 15 bilhões em ICMS, em pelo menos dois estados. A polícia suspeita que o suspeito usou mais de 180 empresas para cometer crimes fiscais.
A operação também apontou que os empresários do posto seriam sócios do delator do PCC e de policiais corruptos executado no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.
A defesa do empresário negou as acusações e afirmou que todos os fatos serão esclarecidos na justiça.
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