A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu nesta quarta-feira (1º) que igrejas de todo o Brasil substituam o vinho canônico das cerimônias religiosas por marcas que não estejam envolvidas em trabalho análogo à escravidão. O objetivo é não vincular a Igreja Católica aos casos registrados em Caxias do Sul (RS).
“No Brasil existem diversas vinícolas que oferecem vinho canônico”, escreve a CNBB em nota, assinada pelo secretário-geral da entidade, Dom Joel Portella Amado. “Desse modo, é recomendável que se busquem, para a celebração da missa, vinhos de proveniência sobre as quais não existam dúvidas a respeito dos critérios éticos na sua produção.”
A CNBB continuou e disse que qualquer vinho que “ferem o respeito pela dignidade humana” não pode ser aprovado para uso na liturgia. “Todas as denúncias devem ser investigadas nos termos da lei”, pedem. A medida pode afetar ainda mais marcas como a Salton, que é uma das principais produtoras do vinho canônico no Brasil e que foi flagrada utilizando-se de trabalho análogo à escravidão.
O ator e dramaturgo Juca de Oliveira morreu aos 91 anos na madrugada deste sábado…
O presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos, anunciou oficialmente, nesta sexta-feira…
Quem pretende tirar a primeira habilitação em 2026 agora precisa fazer o exame toxicológico, inclusive para as categorias A…
O Ozempic é um medicamento à base de semaglutida, produzido pela Novo Nordisk e indicado para o…
O modelo Jonas Sulzbach e a advogada Jordana Morais protagonizaram cenas quentes durante a festa de sexta-feira (20) no BBB…
(Folhapress) – O futuro motorista que fez as aulas para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação)…
This website uses cookies.