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Foragida por quase um ano, “rainha do gozo farto” é presa após condenação por roubo e extorsão

Segundo a polícia, mulher trans ameaçava clientes com faca e ainda guardava prints para extorquir dinheiro deles.

Em | Da Redação

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Foragida por quase um ano, “rainha do gozo farto” é presa após condenação por roubo e extorsão
Segundo a polícia, mulher trans ameaçava clientes com faca e ainda guardava prints para extorquir dinheiro deles.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta quarta-feira (25), uma mulher trans condenada a 24 anos de prisão por roubo majorado e extorsão qualificada. Ela foi localizada em Realengo, na Zona Oeste da capital, após ficar foragida por quase um ano. Em sites de programa, utilizava o nome social Manu Gaúcha e também o apelido de “rainha do gozo farto”.

Segundo as investigações, ela marcava encontros por sites e aplicativos e, durante as reuniões, ameaçava os clientes com uma faca para exigir dinheiro, bens e pagamentos, inclusive por máquina de cartão. A atuação ocorria em diferentes cidades, com uso de nomes variados.

Após os encontros, guardava prints das conversas e dos acertos para extorquir as vítimas, exigindo novas quantias sob ameaça de divulgar os contatos. A Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) realizou a prisão, e a condenada foi encaminhada ao sistema prisional para cumprimento da pena.

@metropolesoficial A pessoa conhecida nas redes como “Rainha do g0zo farto”, presa nesta quarta-feira (25/3) no #RiodeJaneiro, foi identificada pela #PolíciaCivil como Iago de Souza Pilar. A condenada recebeu pena superior a 24 anos de prisão por roubo majorado e extorsão qualificada. A prisão foi realizada em Realengo, na Zona Oeste da capital, após meses de buscas. Pilar estava foragido desde abril de 2025. Segundo as investigações, o apelido “Rainha do gozo farto” era utilizado em sites e aplicativos de relacionamento para atrair vítimas, principalmente homens. Com perfis diferentes e uso de codinomes, Pilar conseguia circular por diversas cidades sem levantar suspeitas, sempre repetindo o mesmo padrão de atuação. De acordo com a polícia, os encontros eram marcados pela internet. Durante as reuniões, as vítimas eram am3açadas com f4ca e obrigadas a entregar dinheiro, bens e realizar pagamentos. Após os encontros, o esquema continuava. Pilar guardava prints de conversas e negociações e usava esse material para extorquir as vítimas. A ameaça era expor os encontros para familiares ou terceiros, exigindo pagamentos para manter o silêncio. As investigações apontam que a maioria das vítimas eram homens, muitos em relacionamentos, o que aumentava a pressão e o medo de exposição. Com base nas provas reunidas, Pilar foi condenada a mais de 24 anos de prisão. Contra ela havia mandados de prisão definitiva, que foram cumpridos nesta terça. Agora, a condenada foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. #TikTokNoticias #colunamirellepinheiro ♬ som original – Metrópoles Oficial

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