Brasil

Estudante fica com rosto deformado ao comer camarão em quiosque de Copacabana

Uma jovem de Belo Horizonte viralizou recentemente graças a um post sobre uma reação alérgica sofrida por ela em 2021 após ter comido camarões na orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Até a última atualização desta reportagem, o vídeo já havia ultrapassado 5 milhões de visualizações.

“Eu postei agora no Tiktok. Ninguém nunca tinha ficado sabendo disso. Eu nem esperava essa repercussão toda. No dia seguinte à postagem, já estava com 20 mil visualizações. E agora já está com mais de 5 milhões”, contou a estudante Amanda Nicândio, de 22 anos, ao g1.

No episódio classificado como “uma loucura com doideira”, ela estava acompanhada de uma amiga durante uma viagem à cidade. “Eu não conseguia abrir o olho. Meu olho direito ficou completamente inchado. Eu não acreditava que o inchaço ia passar. Perguntei para o médico: ‘Moço, meu rosto vai ficar assim para sempre?’. Foi uma loucura com doideira. Nunca tinha passado por nada parecido. Nunca tinha dado alergia em mim. Nunca mais vou comer camarão. Não tenho mais coragem”, afirmou.

A reação alérgica foi tão grande, que algumas pessoas na rua achavam que Amanda tinha sido agredida. A jovem teve de passar uma noite na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Copacabana.

O inchaço demorou sete dias para sumir, e só depois disso é que a estudante avisou a mãe sobre o que havia ocorrido. Ao longo desse período, recorreu aos óculos de sol para disfarçar.

Inchaço de 7 dias: ‘Achavam que tinha apanhado’ – Amanda lembra que o inchaço demorou a passar e que, por isso, não acreditava que ficaria sem sequelas.

“Cheguei lá de madrugada [na UPA], desesperada. Me deram um tanto de medicamento e injeção. O médico falou que realmente tinha sido o camarão. E ele falou que iria passar com o tempo. Só que eu não estava acreditando. Eu nunca tive alergia. Eu comia camarão em todas as praias. Passei a noite na UPA. Depois de uns sete dias, acabou o inchaço. Passei o resto da viagem de óculos de sol.”

“O pessoal na rua perguntava, achavam que eu tinha apanhado. Eles falavam ‘pensei que você tinha levado um soco’. Eu fui contar para a minha mãe só quando já estava quase saindo para não preocupar ela. Eu pensei que eu ia ficar com sequela. Era um rosto de uma pessoa velha. Achei que não ia voltar mais por causa da textura. Eu falava ‘não vai voltar’”, disse Amanda.

Da redação do PortalPE10, com informações do TNH1.

Redação PortalPE10

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