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Esquema de lavagem de dinheiro: Operação da PF prende 6 suspeitos e apreende armas, joias e dinheiro

Em | Da Redação com informações de G1

Atualizado em

Esquema de lavagem de dinheiro: Operação da PF prende 6 suspeitos e apreende armas, joias e dinheiro
Esquema de lavagem de dinheiro Operação da PF prende 6 suspeitos e apreende armas, joias e dinheiro

 

Uma operação da Polícia Federal que investiga esquema de lavagem de dinheiro foi deflagrada nesta terça-feira (14) em Alagoas, Rio Grande do Norte, Pernambuco e São Paulo. Foram cumpridos 6 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão, além de bloqueio de contas e sequestro de bens dos investigados.

Dois suspeitos foram presos em Maceió (AL), um foi preso em Olinda (PE) e outros três foram presos em Natal (RN). Os policiais apreenderam armas, dinheiro e joias. Todos os mandados foram expedidos pela 17ª Vara Criminal.

A Operação Face Oculta também cumpriu mandados nas cidades de Marechal Deodoro (AL), Penedo (AL), Recife (PE), Fernandópolis (SP) e São José do Rio Preto (SP).

As investigações apontam que o mesmo grupo que está sendo investigado nessa operação já foi alvo da PF em 2017, que mirava integrantes do PCC de São Paulo. Segundo a PF, à época, eles tinham se estabelecido em Alagoas para montar um esquema de fraude, chegando a usar nomes falsos e adquirindo imóveis e bens de alto valor.

Ainda de acordo com polícia, o grupo criminoso movimentou milhares de reais no ano de 2022 utilizando contas bancárias em nome de terceiros, que emprestavam suas contas para possibilitar o recebimento desses valores.

Mesmo com a operação já em curso e as prisões sendo realizadas, os envolvidos continuaram as práticas dos crimes. Segundo as investigações, a morte de um dos integrantes da organização criminosa não impediu que familiares continuassem com o esquema de lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal constatou que a viúva alagoana recebeu, com a ajuda de seu advogado, malas de dinheiro que eram transportadas para Alagoas nos anos de 2018 e 2019. A investigação apontou que policiais militares foram contratados para “escoltar” o dinheiro ilícito que vinha de São Paulo para o estado.

Os envolvidos responderão pelos crimes de lavagem de dinheiro, estelionato e participação em organização criminosa.

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