
Capitão da seleção brasileira na Copa de 1994, Dunga projetou o Brasil como vencedor do Mundial, que se iniciará em 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México. Mas explicou a razão sem apontar técnica nem tática. “Estamos nos Estados Unidos e há 24 anos sem conquistar o título, exatamente como aconteceu em 1994.”
Dunga foi a estrela de um encontro de lendas da história da Copa, promovido pela Fifa em Washington, sede do sorteio de sexta-feira. Depois de uma apresentação com o norte-americano Marcelo Balboa, o mexicano Luis Hernández e o canadense Atiba Hutchinson, todos ex-mundialistas, o microfone abriu-se para perguntas dos jornalistas.
Só Dunga recebeu os primeiros três questionamentos. Nenhum para Balboa, veterano da Copa de 1994, que recebeu a quarta pergunta do evento. Nenhuma para Hernández, dos Mundiais de 1998 e 2002, nem para Hutchinson, que jogou em 2022. Só o brasileiro, capitão vencedor há 31 anos, foi perguntado
Depois de falar da parte supersticiosa, das coincidências com a campanha do tetra, Dunga acabou tocando em mais aspectos técnicos. Meses atrás, havia elogiado a contratação de Carlo Ancelotti, apesar de ter dito que sua chegada deveria ter sido mais cedo.
Elogiou Bruno Guimarães, ao ser questionado sobre a importância de meio-campistas defensivos, posição em que atuou. “É preciso haver equilíbrio, quando se pretende ganhar uma Copa do Mundo. Hoje temos Bruno Guimarães, que é um grande jogador. Não se trata do meio-campista defensivo, apenas”.








