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Dona da marca ‘A Patroa’ se reuniu com Marília Mendonça dias antes da morte da cantora

Em | Da Redação

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Dona da marca ‘A Patroa’ se reuniu com Marília Mendonça dias antes da morte da cantora
Foto: reprodução internet

A Justiça baiana proibiu a dupla Maiara e Maraisa e o escritório Workshow de utilizarem a marca “As Patroas”, segundo a coluna Splash. Isso porque Daisy Soares e Paulinha, da banda baiana “A Patroa”, foram reconhecidas como proprietárias da marca. Caso haja uso indevido da marca, no singular ou plural, haverá multa de R$ 100 mil por utilização.

A grande novidade nesse imbróglio judicial é que dias antes de sua morte em um desastre aéreo em novembro de 2021, a cantora Marília Mendonça, que faria parte da turnê “As Patroas” ao lado de Maiara e Maraísa, teve uma reunião virtual com a outra parte.

Segundo a Splash, a ‘rainha da sofrência’ fez uma reunião com Paulinha no dia 28 de outubro de 2021, oito dias antes da fatalidade que ocasionou sua morte. Na conversa – que durou cerca de 2 horas – participaram Marília, Maiara e Maraisa, e um advogado chamado Robson.

Há print de vídeos da reunião em um documento pertencente ao processo e o teor mostra que Marília agiu com bastante tranquilidade em relação à polêmica. De acordo com o relato no documento, Marília reconheceu que Daisy Soares era a proprietária da marca “A Patroa” e estava disposta a resolver a situação de forma amigável.

Marília teria brincado que ela e a dupla Maiara e Maraisa eram as “patroas nutella”, enquanto Daisy e Paulinha seriam as “patroas raiz”. “Você é a patroa-mor, quem começou com todo esse rolê. A detentora dos direitos sobre o nome”, teria dito Marília Mendonça, segundo consta no processo que corre na Justiça.

Ainda segundo a publicação, com a morte de Marília Mendonça, Daisy Soares e Paulinha não receberam nenhuma outra proposta para solucionar o direito da marca.

O processo

Maiara e Maraisa foram impedidas pela Justiça de usar a marca ‘A Patroa’, seja no singular ou plural, após uma decisão deferida pelo juiz substituto Argemiro de Azevedo Dutra, da 2ª Vara Empresarial de Salvador, Bahia. A decisão foi proferida no dia 8 de junho. Daisy Soares entrou na Justiça alegando que desde 2013 se apresenta como ‘A Patroa’ e que foi ganhando espaço com o nome no mundo musical.

A artista aponta que é fácil identificar sua mensagem proposta com a utilização de ‘A Patroa’ desde seu primeiro show, em 2014. Com o sucesso da marca, Daisy conseguiu junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) o registro de ‘A Patroa’ em 2017, sendo a legítima titular da marca. Ela conseguiu uma antecipação de tutela, ou seja, conquistou o direito total da marca antes mesmo do fim do processo por conta de danos ou riscos. A Workshow não se manifestou sobre o fato.

Da redação do PortalPE10, com informações do BNews.

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