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Desinfetante na veia: servidores de hospital podem ter matado cerca de 20 pacientes e são considerados serial killers

Suspeitos, agora considerados serial killers, confessaram crimes. Investigação corre em sigilo

Em | Da Redação

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Desinfetante na veia: servidores de hospital podem ter matado cerca de 20 pacientes e são considerados serial killers
Suspeitos, agora considerados serial killers, confessaram crimes. Investigação corre em sigilo
Os técnicos em enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva são suspeitos de matar cerca de 20 pacientes, conforme divulgado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) na tarde desta terça-feira, 20. A suspeita recai sobre o trio – agora considerados serial killers – depois da confissão do goiano Marcos, de 24 anos, e Marcela, de 22, que admitiram ter praticado três homicídios contra pacientes da UTI do Hospital Anchieta, no Distrito Federal.
 
Marcos é apontado como líder do esquema e principal autor das mortes, enquanto as demais são citadas pela PC como facilitadoras. Segundo a investigação, o goiano injetou doses altas de um medicamento nos pacientes. Ou seja, usou o produto como veneno. Em uma das vítimas, ele também injetou desinfetante na veia. Entre as vítimas estão:
 
Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada de 75 anos – os três suspeitos respondem por homicídio qualificado;
 
João Clemente Pereira, servidor público de 63 anos – o técnico e uma técnica respondem por homicídio qualificado;
 
Marcos Raymundo Fernandes Moreira, servidor público de 33 anos – o técnico e a outra técnica respondem por homicídio qualificado.
 
Conforme a corporação, Marcos chegou a negar o crime em um interrogatório, mas confessou após ser confrontado com vídeos do circuito interno de segurança do hospital que mostram a ação. A calma e frieza do jovem chamou atenção dos investigadores. Marcela também negou o crime inicialmente, porém reconheceu ao ver as imagens e disse que se arrependia de não ter impedido o colega.

Suspeitos, agora considerados serial killers, confessaram crimes. Investigação corre em sigilo

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