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Covid-19: Sociedade Brasileira de Infectologia recomenda volta do uso de máscaras

Em | Da Redação

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Covid-19: Sociedade Brasileira de Infectologia recomenda volta do uso de máscaras
(Foto: Pixabay)

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgou uma nota técnica nesta sexta-feira (11) na qual recomenda a volta do uso de máscaras por conta da circulação de uma nova subvariante da ômicron da Covid-19 no Brasil, a chamada BQ.1.

“Nesse momento, para reduzir o impacto de um possível cenário futuro de aumento de hospitalização e óbito por Covid-19 são indispensáveis algumas medidas urgentes, a saber: adoção de medidas de prevenção não farmacológicas como uso de máscaras e distanciamento social, evitando situações de aglomeração principalmente pela população mais vulnerável, como idosos e imunossuprimidos”, diz o documento.

A BQ.1 já foi encontrada em São Paulo, onde ocorreu uma morte, no Amazonas, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A nova sublinhagem tem sintomas semelhantes às variantes da ômicron que já circulam no Brasil, como a BA.4 e a BA.5 e, segundo especialistas, não é de maior gravidade.

Na metade deste ano, estados e municípios começaram a flexibilizar o uso de máscaras em ambientes fechados, como no transporte público, por conta do cenário epidemiológico favorável. Mas, nos últimos dias, ao menos quatro estados começaram a registrar aumento no número de casos de Covid-19 – ainda é cedo para dizer se a BQ.1 está por trás disso.

Covid: o que é a BQ.1?

Na mesma nota, a SBI também recomenda que a população complete o esquema de vacinas – que protegem contra essa nova subvariante e outras – e cobra que o governo federal garanta doses suficientes para imunizar todas as crianças de 6 meses a 5 anos, com ou sem comorbidades, um público que ainda enfrenta escassez de imunizantes contra a Covid no País.

Na quinta (10), o Ministério da Saúde começou a enviar as primeiras vacinas pediátricas da Pfizer para bebês e crianças menores. O primeiro lote, com 1 milhão de doses, deve ser destinado apenas para a faixa etária de 6 meses a 2 anos e 11 meses de idade que tenham alguma comorbidade, segundo orientação da pasta. Não há prazo para ampliação do público infantil e nem para o envio de novas doses aos estados.

(As informações são do G1)

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