Texto aprovado pelo Parlamento prevê proibição total a partir de 2027 e subsídios para ajudar trabalhadores da indústria a conseguirem novos empregos.
O parlamento da Coreia do Sul aprovou nesta terça-feira (9) um projeto de lei que proíbe a criação e o abate de cães para consumo, encerrando a prática tradicional, mas controversa, de comer carne de cachorro, após anos de debate nacional.
O projeto de lei recebeu raro apoio bipartidário em todo o cenário político dividido da Coreia do Sul, destacando como as atitudes em relação a comer cães se transformaram ao longo das últimas décadas durante a rápida industrialização do país.
A lei proibirá a distribuição e venda de produtos alimentares elaborados ou processados com ingredientes caninos, segundo a comissão correspondente da Assembleia Nacional.
No entanto, os clientes que consomem carne de cão ou produtos relacionados não estarão sujeitos a punição – o que significa que a lei visaria em grande parte aqueles que trabalham na indústria, como criadores ou vendedores de cães.
De acordo com o projeto, qualquer pessoa que abata um cachorro para comer pode ser punida com até três anos de prisão ou multada em até 30 milhões de won coreanos (cerca de US$ 23 mil, aproximadamente R$ 112 mil).
Qualquer pessoa que crie cães para comer, ou que conscientemente adquira, transporte, armazene ou venda alimentos feitos de cães, também enfrenta multa menor e pena de prisão.
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