
A seleção brasileira viajou aos Estados Unidos com o modelo de premiação definido para a Copa do Mundo. A lógica é a seguinte: a CBF tem um valor que ganhará da Fifa pela colocação final no Mundial, e um percentual disso vai para a delegação.
Do que a delegação terá direito a receber (dependendo de quão longe o Brasil for), 70% vão para os jogadores. Os outros 30% serão divididos entre os demais membros da comitiva brasileira (comissão técnica e estafe).
O valor de referência é obtido com base na tabela da Fifa (Federação Internacional de Futebol) para cada fase. Se o Brasil for campeão, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) vai receber US$ 50 milhões (R$ 251 milhões).
A delegação não ficará com todo esse dinheiro parte ficará com a entidade brasileira.Os jogadores e a CBF tiveram duas conversas nos últimos dias (uma na Granja Comary e outra no Rio) para bater o martelo sobre como será a divisão.
Participaram da reunião final lideranças do grupo atual: Neymar, Casemiro, Danilo, Alisson e Raphinha. O capitão Marquinhos estava na Europa por causa da final da Champions League.
Na primeira fase, por exemplo, a delegação terá direito a cerca de 60% do que a CBF receber da Fifa, segundo a reportagem apurou. Se a seleção cair na fase seguinte (a primeira do mata-mata), pouco mais de 50% correspondente a esse estágio da competição.
E do percentual que vai para a delegação vem então a subdivisão: 70% para os jogadores e 30% para outros membros da delegação.
As conversas sobre o tema foram classificadas como tranquilas nos bastidores da seleção. Esse modelo segue o padrão dentro do grupo.
Ao todo, a Fifa distribuirá US$ 655 milhões (R$ 3,2 bilhões) entre as 48 seleções. Ao participar da fase de grupos, cada uma já assegura pelo menos US$ 9 milhões (R$ 45 milhões).










