Relator reduziu benefícios previdenciários em R$ 6,2 bi e tirou outros R$ 436 milhões das bolsas para o ensino médio
O Congresso Nacional aprovou, no último dia do Legislativo, o Orçamento de 2026. Os gastos do próximo ano passaram por adequações, ao longo desta sexta-feira (19), para incrementar valores a emendas parlamentares: serão R$ 61 bilhões para deputados e senadores, em ano eleitoral.
Para garantir o montante, parlamentares readequaram R$ 11,5 bilhões, que antes estavam divididos entre o programa educacional Pé-de-Meia e gastos da Previdência.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, chegou a ir ao Congresso em reunião com parlamentares para frear a manobra, mas sem sucesso. O governo acabou acatando a decisão dos parlamentares e a peça, agora, segue à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A peça que define os gastos de 2026 também confirmou o valor do salário mínimo do ano que vem em R$ 1.621, e um superávit das contas públicas em R$ 34,5 bilhões.
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